5 livros para 2017

Oi, gente! Quem aqui é louco por livros e faz meta anual todo ano (e nunca cumpre)? Então, hoje eu vim compartilhar com vocês cinco livros que eu tô louca pra ler e, se possível, quero ler esse ano. Vamos lá!

1 – Os três

os-tresEsse livro deve estar na minha lista há uns dois anos mas, se tudo der certo ( $$$), esse ano vai!

Sinopse: Quinta-Feira Negra. O dia que nunca será esquecido. O dia em que quatro aviões caem, quase no mesmo instante, em quatro pontos diferentes do mundo. Há apenas quatro sobreviventes. Três são crianças. Elas emergem dos destroços aparentemente ilesas, mas sofreram uma transformação. A quarta pessoa é Pamela May Donald, que só vive tempo suficiente para deixar um alerta em seu celular: Eles estão aqui. O menino. O menino, vigiem o menino, vigiem as pessoas mortas, ah, meu Deus, elas são tantas… Estão vindo me pegar agora. Vamos todos embora logo. Todos nós. Pastor Len, avise a eles que o menino, não é para ele… Essa mensagem irá mudar completamente o mundo. 

2 – Eleanor e Park

eleanor-e-parkAgora que todo mundo parou de falar desse livro, eu quero ler hahaha brincadeira. Eu tava cansada de ler livro triste, mas agora estou pronta pra voltar – ou não.

Sinopse: Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

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[Resenha] 72 horas para morrer

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Livro: 72 horas para morrer
Autor: Ricardo Ragazzo
Número de Páginas: 254
Editora: Novo Século

Sinopse: Pior do que conhecer um Serial Killer, é um Serial Killer conhecer você! “O Carro pertence à sua namorada.” Com essas palavras, Júlio Fontana, delegado da pacata cidade de Novo Salto, tem a vida transformada em um inferno. Pessoas próximas começam a ser brutalmente assassinadas, como parte de uma fria e sórdida vingança contra ele. Agora, Júlio terá que descobrir a identidade do responsável por esses crimes bárbaros, antes que sua única filha se torne o próximo nome riscado da lista. 72 Horas para Morrer é uma corrida frenética contra o tempo, que prenderá o leitor do início ao fim.

Júlio Fontana é um delegado bem esquentadinho, mas que leva uma vida tranquila como delegado da calma cidade de Novo Salto. Porém, toda a sua vida está prestes a mudar quando ele descobre que sua namorada Agatha foi sequestrada e, tudo que ele tem para encontrá-la é um vídeo que o sequestrador deixou para ele.

Ao longo do livro, Júlio percebe que todos os assassinatos estão conectados a uma pessoa: ele. Ou seja, tudo que está acontecendo é por pura vingança contra ele. E, nesse jogo, sua maior preocupação é a sua filha adolescente Laura.

“Devo confessar que pensei muito em você todos esses anos. Todos os dias. Todas as horas. Quase todos os minutos, imaginando nosso encontro, vivendo nossas conversas dentro da minha cabeça, alimentando-me somente de vingança. Continuar lendo

Faça do seu ano, novo!

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1º de Janeiro. O dia que você tanto espera no ano finalmente chegou. Após 365 dias, você finalmente tem a chance de recomeçar tudo. Fazer tudo novo e viver tudo de outra maneira.

2017 traz consigo 365 dias para você viver da melhor maneira. Porém, se você não mudar, de nada vai adiantar. Pra fazer do seu ano realmente novo, você precisa escolher fazer diferente, viver diferente.

Que em 2017 você pare de olhar para trás. Esqueça o passado, existem muitas coisas pela frente e se você continuar olhando para trás, nunca irá conseguir viver plenamente o presente.

Que em 2017, você deixe o orgulho de lado e perdoe. Sabe aquelas pessoas que você não fala há tanto tempo por algo que já deveria ter sido esquecido? Perdoe. Tenho certeza que o primeiro a se sentir livre será você.

Que em 2017 você diga sim. Esqueça o medo de não dar certo. Encare novas aventuras. Quem vive no talvez sempre se arrepende. Diga mais sim para aquilo que você acredita que será bom. Viva. Não apenas sobreviva.

Que em 2017 você ame mais. Que em meio a todos os problemas, você não deixe o amor esfriar. Diga para todos aqueles com quem se importa o quanto os ama. Não defina o seu 2017 pela crise do país. Leve amor e luz por onde passar e tenho certeza que os problemas serão apenas um detalhe.

E que em 2017 você perceba que não adianta nada um ano novo começar, se você também não decidir mudar. A única coisa que muda com o início de outro ano, é o número final, que sai do 6 e vira 7, 8, 9… Você não precisa que um ano mude para recomeçar. Que esse ano, você faça tudo novo. E que um erro não faça o seu ano se perder. O seu ano pode ser novo todo dia, basta você querer que ele seja.

Escrito por: Vanessa Oliveira

Quando a saudade estraga

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Saudades. Sentimento “ruim” que vem ou pela lembrança de momentos bons ou pela falta de pessoas que um dia estiveram conosco.

Qual é a sua saudade? Essa é a pergunta de ouro. O quê ou quem te tira o sono e aperta o coração só de lembrar? Por quem você chora e do que mais se lembra? Quando se trata de saudade essas normalmente são as perguntas que são feitas, mas me pergunto se as perguntas ‘corretas’ não seriam: por que você sente falta disso e por que essa pessoa não faz mais parte da sua vida?

Quando se trata de momentos, a saudade geralmente costuma ser algo bom. É aquela saudade nostálgica que te faz perceber o quanto a vida é boa e quantas coisas incríveis você já viveu ou quantos lugares maravilhosos você já viu. Esse é aquele tipo de saudade que, quando bate, tem que te impulsionar pra frente, pra que você tenha mais vontade ainda de viver e ter mais momentos bons de que se lembrar.

No caso de pessoas, o assunto já é mais complicado. Se alguém querido morre, é normal ficar de luto por um tempo, porém, é importante superar e entender que a morte faz parte da vida e é necessário lidar com ela e, por mais difícil que seja, continuar a viver.

Em se tratando de pessoas que continuam vivas, se o problema for por falta de perdão, não hesite em procurá-la. Isso vai ser um alívio para você e para a pessoa também, tenho certeza. Caso não, entenda que às vezes simplesmente perdemos o contato com as pessoas, pessoas que nos fizeram bem um dia, podem simplesmente não fazer  tão bem agora.

Precisamos entender que a saudade não precisa ser um sentimento ruim. Ela pode ser boa, quando te faz lembrar de momentos bons e ter a certeza que a vida vale a pena. Mas, quando em excesso, pode significar que você está estagnado no passado. Preso no que um dia foi bom e em quem um dia te fez bem. Pare de olhar para trás. Existe um mundo inteiro pela sua frente esperando para ser descoberto. Conheça novas pessoas. Crie novas memórias. Volte a viver. 

[Resenha] Não Olhe para Trás

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Livro: Não Olhe para Trás!
Autora: Jennifer L. Armentrout
Número de Páginas: 440 
Editora: Farol Literário

Sinopse: Samantha é uma jovem de 17 anos rica e popular que, depois de passar quatro dias desaparecida, retorna ferida e desmemoriada. A nova Samantha não se reconhece no retrato de menina má e mimada que todos à sua volta começam a pintar. E logo descobrirá que foi a última a ver Cassie, a garota com quem mantinha uma relação confusa de amizade e rivalidade e que desapareceu no mesmo dia que ela. O que aconteceu na noite fatídica em que as duas sumiram? E por que Samantha foi a única a reaparecer? Não olhe para trás é um daqueles suspenses que só paramos de ler para tentar nos antecipar à autora e descobrir qual é o mistério.

O livro começa com Samantha, a personagem principal do livro, no meio de uma estrada, com as unhas ensanguentadas. Ela não se lembra como foi parar lá, nem porque tem sangue nas suas unhas. E, quando um policial pergunta seu nome… ela também não sabe.

“Meu nome? Todo mundo sabia o próprio nome, mas olhando para o policial, não consegui responder. O aperto no estômago começou a piorar.”

Na verdade, ela não se lembra de nada, nem mesmo de sua família, seu amigo de infância com quem ela nunca se deu bem, ou do seu namorado que parece não ter nada a ver com ela. Tudo que ela sabe, ou que contaram à ela, é que a melhor amiga dela, Cassie – de quem ninguém era muito fã – ainda está desaparecida. E ela foi a última a vê-la.

“Muitas pessoas que conheciam a Cassie… provavelmente ficaram felizes quando ela sumiu. Até mesmo as amigas dela.”

Ao longo do livro, vemos Samantha tentar descobrir quem ela é, ou pelo menos foi um dia. E, ela tenta fazer isso enquanto está na escola, convivendo com pessoas que deveriam conhece-la e estar felizes com seu aparecimento. Porém, ela logo descobre que nem todos estão animados com a sua volta. Aparentemente, é melhor que ela não se lembre de quem um dia foi, porque aí ela talvez pare de gostar de si mesma. Continuar lendo

[Resenha] Minha Vida Fora de Série – 1ª Temporada

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Livro: Minha vida fora de série – 1ª temporada
Autora: Paula Pimenta
Número de Páginas: 408
Editora: Gutenberg
Sinopse: Mudar de cidade sempre é difícil, mas fazer isso na adolescência é algo que deveria ser proibido. Como começar de novo em um lugar onde todos já se conhecem, onde os grupos já estão formados, onde ninguém sabe quem você é? A princípio, Priscila não gosta da ideia, mas aos poucos percebe que pode usar isso a seu favor, tendo a chance de ser alguém diferente. Mas será que o papel escolhido é aquele que ela realmente quer representar? Aos poucos, Priscila percebe que o que importa não é o lugar, e sim as pessoas que vivem nele. E que, além da nova cidade, há algo mais importante para se conhecer: ela mesma. Quem gosta da série Fazendo meu filme não pode perder o livro de estreia desta nova série de Paula Pimenta. Situado no mesmo universo ficcional, temos a oportunidade de acompanhar alguns dos nossos já adorados personagens, três anos antes de a história de Fazendo meu filme começar. Não perca a 1ª temporada da vida fora de série de Priscila! Continuar lendo

Ele

Ele é estranho, sabe? Ao mesmo tempo que parece ser o garoto mais nem aí pra tudo, ele também parece ser o que mais se importa. Ele me abraça e nunca quer me soltar. Ele sorri e não para de me olhar.

Ele conversa comigo pelo tempo que eu quiser conversar e se eu estiver triste, ele simplesmente faz de tudo para que eu sorria. Ele não liga se eu estou de mau humor ou com sono, sempre tem uma graça na ponta da língua. Ele fala que eu vivo revirando os olhos e olha bem no fundo deles quando quer falar comigo.

Ele tem olhos castanhos e cabelos escuros. Não é nenhum tipo de modelo e tem muitos defeitos. E, por incrível que pareça, isso nunca me incomodou. Por muito tempo persegui olhos azuis e os mesmos só me trouxeram tristezas e me quebraram o coração. Mas, quando se trata dele, é mais fácil decifrar.

Ele me manda mensagens com assuntos nada a ver só pra eu falar com ele. Ri das coisas mais idiotas do mundo e me marca em todas pra eu rir também. Mas eu raramente rio. Ele fala que eu não tenho senso de humor. Acho que minha mente envelheceu cedo demais pra que eu ria daquilo.

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As dores de uma despedida

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Adeus. Uma dor profunda contida em cinco letras. Nunca gostei de dizer adeus. Na verdade, nunca me dei bem com despedidas. Seja da coisa mais banal do mundo, como o fim de um livro, até a morte de uma pessoa, as despedidas nunca me caíram bem.

Na escola não me ensinaram que as pessoas iriam embora, não me ensinaram a dizer adeus. E, talvez, essa seja a real razão do porquê é tão difícil para nós lidar com despedidas. Nós aprendemos boas maneiras e a lidar com diferentes situações, mas isso não é algo que possa ser ensinado, não é algo que tenha uma receita certa. Cada um sente a dor a sua maneira. E, querendo ou não, só aprendemos o significado de um fim, quando lidamos com um.

O adeus é o ponto final. Significa que ali não existirão mais reticências ou vírgulas. Acabou. E muitas vezes não há nada a se fazer com aquilo. Os fins, apesar de necessários, fogem do nosso controle e isso nunca é algo para o qual se está preparado.

Lembro até hoje da minha primeira despedida que doeu de verdade. Eu tinha cinco anos e ia me mudar, o que pra mim significava o fim do mundo, uma vez que não podia botar minha melhor amiga num potinho e levar comigo. Pouco tempo depois, ela se mudou pra bem longe também. Lembro de como a gente ficava ligando a webcam pra se ver e de como doeu em mim quando a minha mãe disse que eu precisava fazer outros amigos. Aquilo doeu. Ter que entender que eu precisava viver sem ela no meu cotidiano – lembrando que ainda somos amigas – doeu muito. Continuar lendo

[Resenha] Perdão, Leonard Peacock

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Livro: Perdão, Leonard Peacock
Autor: Matthew Quick
Número de Páginas: 224
Editora: Intrínseca

Sinopse: Hoje é o aniversário de Leonard Peacock. Também é o dia em que ele saiu de casa com uma arma na mochila. Porque é hoje que ele vai matar o ex-melhor amigo e depois se suicidar com a P-38 que foi do avô, a pistola do Reich. Mas antes ele quer encontrar e se despedir das quatro pessoas mais importantes de sua vida: Walt, o vizinho obcecado por filmes de Humphrey Bogart; Baback, que estuda na mesma escola que ele e é um virtuose do violino; Lauren, a garota cristã de quem ele gosta, e Herr Silverman, o professor que está agora ensinando à turma sobre o Holocausto. Encontro após encontro, conversando com cada uma dessas pessoas, o jovem ao poucos revela seus segredos, mas o relógio não para: até o fim do dia Leonard estará morto.

É o 18º aniversário de Leonard Peacock. A idade tão esperada por tantas pessoas, infelizmente marca o dia que ele vai morrer, ou melhor, se matar com a P-38 que foi do seu avô nos temos de guerra. Mas, antes disso, ele vai matar o seu ex melhor amigo e vai entregar quatro presentes para as pessoas mais importantes da vida dele.

” Primeiro eles o ignoram, depois riem de você, em seguida lutam com você, e então você ganha. ”  Continuar lendo

[Resenha] A garota no trem

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Livro: A garota no trem
Autora: Paula Hawkins
Número de Páginas: 378
Editora: Record

Sinopse: Um thriller psicológico que vai mudar para sempre a maneira como você observa a vida das pessoas ao seu redor. Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas. Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Janson –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida. Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos. Uma narrativa extremamente inteligente e repleta de reviravoltas, A garota no trem é um thriller digno de Hitchcock a ser compulsivamente devorado.

De manhã, embarco no trem das 8h04, e, na volta, pego o das 17h56. É o meu trem. É nele que viajo. É assim que as coisas são.

Rachel tem cerca de trinta anos e é alcoólatra, do tipo que faz loucuras quando bebe. Mas ela não é assim desde sempre, ela já foi feliz, já teve uma vida boa, mas isso foi antes de diversas situações que aconteceram, antes de seu ex-marido Tom se cansar de sua amnésia alcoólica, se divorciar dela e se casar e ter uma filha com Anna. Continuar lendo