Resenha: Divergente

111562410SZ Livro: Divergente
Autora: Veronica Roth
Número de Páginas: 496
Editora: Rocco

“Há décadas nossos antepassados perceberam que a culpa por um mundo em guerra não poderia ser atribuída à ideologia política, à crença religiosa, à raça ou ao nacionalismo. Eles concluíram, no entanto, que a culpa estava na personalidade humana, na inclinação humana para o mal, seja qual for sua forma. Dividiram-se em facções que procuravam erradicar essas qualidades que acreditavam ser responsáveis pela desordem no mundo.”

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

“Acredito nos atos simples de bravura, na coragem que leva uma pessoa a se levantar em defesa da outra.”

Em uma palavra, eu definiria ‘Divergente’ como: envolvente. Sem dúvidas, um dos melhores livros que eu já li, Divergente consegue te prender da primeira a última página. Veronica Roth soube exatamente como conseguir a atenção do leitor e faze-lo se sentir parte de história. Em muitos momentos tive vontade de jogar o livro longe enquanto quase gritava de raiva e em outros queria abraça-lo, rindo sem parar. A história em nenhum momento se torna monótona, mesmo no inicio em que é explicado como surgiram as facções e que se conta um pouco da história de Beatrice, a personagem principal do livo, que posteriormente será chamada de Tris.

“Meu coração bate tão forte que o peito dói, e não consigo gritar ou respirar, mas ao mesmo tempo sinto tudo, cada veia e cada fibra, cada osso e cada nervo, todos vivos e alertas em meu corpo, como se tivessem recebido uma carga elétrica. Eu sou pura adrenalina.”

O primeiro livro da Trilogia foi para mim, o melhor. Possui uma narrativa eletrizante que te faz querer terminar de ler e, ao mesmo tempo, que não tenha fim. Os personagens foram postos da melhor maneira no livro, de modo que você consegue se apegar facilmente a todos eles, inclusive os secundário, mas claro, principalmente a Tobias(Quatro) e Beatrice, Tris.

“O abismo serve para nos lembrar que há um limite tênue entre a coragem e a estupidez”

Para aqueles que estão em dúvida se devem ou não ler devido aos comentários de que a série é ‘plágio’ de Jogos Vorazes, leiam sem medo, porque de fato, há algumas semelhanças, mas possuem narrativas completamente distintas e abordagens diferentes. Na minha opinião, Divergente é muito melhor que Jogos Vorazes, a história me prendeu mais, porém, isso é questão de opinião.

Espero que tenham gostado da resenha, em breve, terá resenha dos outros livros da série, se já leu o livro, mande sua opinião! Beijos e até a próxima!

Resenha por: Vanessa Oliveira

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Um pensamento sobre “Resenha: Divergente

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